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Música via Internet
Assunto que causou uma verdadeira febre na internet, nas gravadoras, na maioria dos artistas e nos tribunais americanos, a circulação livre de músicas pela internet tem seu maior destaque no napster (www.napster.com), site pioneiro neste tipo de atividade) e que está hoje suspenso por determinação judicial.

O napster.com, foi criado em 1999 e em dezembro de 2001 foi obrigado pela justiça americana a suspender a troca de arquivos de música que propiciava a seus usuários sob pressão das gravadoras. Desde então, o site permanece no ar, mas sem sua atividade principal, funciona apenas com a emissão da newsletter (e-mail periódico com notícias) e um aviso de que em breve será lançada uma nova versão que no momento está em beta-teste.

Havia uma promessa original de que o serviço voltaria a funcionar ainda no primeiro trimestre de 2002, mas este prazo já se passou e o que se sabe é que o napster está em conversação com a Associação da Indústria Fonográfica Norte-Americana (RIAA) para criação de um projeto conjunto que evite e/ou iniba a pirataria.

Outro serviço similar ao napster também está sofrendo nas mãos da indústria fonográfica americana o KaZaA (www.kazaa.com), mas ainda permanece no ar alegando a impossibilidade de impedir a troca de músicas protegidas por direitos autorais, mesmo que seus servidores fossem desligados, já que os arquivos estão espalhados pela internet.

Mas agora a grande jogada fica por conta das próprias gravadoras que, usando o lema: “Se você não pode vencê-los, una-se a eles”, formaram parcerias com os novos sites de distribuição de músicas pagas. É o caso do MusicNet (www.musicnet.com) do Listen (www.listen.com) e do PressPlay (www.pressplay.com) que estão associados à AOL Time Warner, EMI e BMG e oferecem serviços de stream, download e burn por cerca de US$ 9.95 ao mês.

Este valor mensal dá direito a uma determinada quantidade de músicas em modo stream, que é a audição da música escolhida enquanto conectado e logado no site, mais um tanto de download, ou seja músicas que serão copiadas para seu computador e ainda mais um tanto de burn, que lhe dá direito de gravar as músicas baixadas num CD.

No Brasil, as iniciativas neste sentido estão por conta do iMúsica (www.imusica.com.br) e do Usina do Som (www.usinadosom.com.br) que traz também links para rádios FM e vídeos.

Os sites americanos oferecem um período de experiência de 7 a 14 dias para que você experimente e tome gosto pela coisa antes de fazer a assinatura (alguns deles estão disponíveis somente para os EUA) e os sites nacionais oferecem alguns downloads gratuitos, válidos por 15 dias, a licença para ouvi-los é obtida na primeira vez que se aciona o arquivo de música pelo Windows Media Player.

O resultado disto tudo é que, aparentemente a circulação de arquivos de música gratuita está com os dias contados, já que a força das gravadoras é muito grande e existem interesses de muitas pessoas envolvidos.

Assinar um serviço para ouvir música, pode parecer estranho ou até absurdo hoje em dia, mas também parecia absurdo ter que pagar para assistir televisão quando as Tvs a cabo chegaram ao país e hoje todo mundo paga.

Mais informações: www.napster.com; www.kazaa.com; www.musicnet.com; www.listen.com; www.pressplay.com; www.imusica.com.br; www.usinadosom.com.br; www.musicalmpb.com.br
 

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